Insônia, de Mari Scotti

Oi gente!

Vocês devem ter visto que falei há uns dias atrás sobre a autora Mari Scotti, o quanto estava adorando conhecê-la e que minha primeira leitura escolhida para conhecer melhor a autora tinha sido Insônia, o primeiro livro da série Nefilins. Bom, se ainda não viram, podem conhecer um pouco mais sobre a autora em um post que fiz, clicando aqui!

Concluída a leitura, cá estou eu para contar um pouco mais sobre o livro a vocês…

♣♥♠♦

INSÔNIA – SÉRIE NEFILINS (Livro# 1)

Autora: Mari Scotti

Ano: 2014 / Páginas: 344

SINOPSE: Suzana perde os pais com oito anos de idade e foi a única sobrevivente do acidente que matou seus pais. Foi salva por alguém que ninguém acredita existir.

Quando está perto de completar dezoito anos, coisas estranhas passam a acontecer. Dois rapazes surgem em sua vida, são misteriosos e parecem saber muito mais sobre ela do que deveriam. Ela precisa escolher entre um ou outro, mas não sabe que essa escolha mudará sua vida para sempre.

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Insônia é o primeiro livro da série Nefilins, romance sobrenatural que aborda o universo dos anjos e demônios.

A vida de Suzanna era igual a de qualquer outra garota de oito anos. Tudo muda no momento que em uma viagem à São Paulo para visitar aos avós, a família sofre um acidente, no qual ela sobrevive, mas seus pais não tiveram a mesma sorte. A garota passa então a viver com os avós.

Enfrentando noites conturbadas devido à insônia e pesadelos recorrentes, praticamente todas as noites, para suprir a falta de sono, Suzanna vai até o jardim de seu vizinho para se inspirar e escrever sua história – sonha em ser escritora – ou para dar continuidade às suas leituras.

A rotina da vida da garota, agora com dezessete anos, sofre uma nova – e confusa! – mudança radical a partir do momento em que é surpreendida pelo misterioso sobrinho dos vizinhos, Pietro, em uma dessas madrugadas. Ele é envolvente, persuasivo, e logo logo Suzanna é só suspiros pelo garoto. Não bastasse essa novidade em sua vida pacata, um novo colega de sala, Arthur, tão charmoso e de outro modo, tão misterioso quanto Pietro surge e a cabeça e o coração dela viram uma confusão só.

Insonia_quote1

Eu considero que o livro possui uma divisão natural, em duas partes e o que faz essa divisão natural é a descoberta de Suzanna sobre o universo todo que a cerca, desconhecido por ela até então. Além de ser um divisor da história em si, o ritmo da narrativa muda bastante também e a partir desse ponto onde temos contato com toda a parte sobrenatural em que a história começa a se desenvolver, para mim, os fatos e descobertas começam a ocorrer um atrás do outro e muita coisa fica com pontas soltas, mas que acredito que a autora vá ainda nos responder no decorrer da série.

Falando sobre os personagens, Suzanna foi uma pessoa que em determinado momento me deu uma certa preguiça e raiva, tudo junto e misturado. Mas que garota cabeça dura e inocente, gente! O que a protagonista tem de insossa o livro ganha, e muito, na construção dos personagens de Pietro e Arthur, pois ainda que sejam infinitamente misteriosos e difíceis de se decifrar, mostram a que vêm e me deixaram extremamente dividida na opinião sobre o lado que cada um estava. Honestamente até o final do livro minha opinião oscilou muito, e pelo andar da narrativa, eu desconfio que na sequência a autora vá nos surpreender com uma nova reviravolta nisso tudo – só um palpite!

Uma questão bem positiva da leitura, além dos personagens que citei acima, foi a explicação da parte da fantasia, a mitologia. A autora nos deu bastante elementos para que a situação toda fosse criada.

Duas coisas que eu julgo pontos negativos, sendo uma delas extremamente por gosto pessoal e outra uma opinião. A rapidez com que as pessoas se apaixonam e trocam juras de amor é definitivamente um fato que me incomoda, mas no caso desse livro é até que plausível e explicável, ainda assim me incomoda – e esse é o ponto negativo pessoal. A outra questão é que em vários momentos Suzanna chama aos avós e se refere a eles pelo nome e isso mostra um distanciamento grande dela, com relação ao tratamento para com os avós, que entra em choque com as atitudes e situações que são descritas, pelo menos foi o que achei.

Insonia_quote2

Se você gosta de uma aventura cercada de bastante reviravolta e mistério, Insônia é o livro certo. Lerei Sonhos em breve para contar a vocês se eu estava certa com relação aos garotos – #team Pietro ou #team Arthur? – e se as situações que ainda me deixam em dúvida foram explicadas. Tenho certeza que a continuação será no mesmo ritmo, porque o final de Insônia te deixa sem fôlego para saber o que vai acontecer agora!!!

Eu li o livro no formato digital (e-book), porém não posso deixar de comentar sobre a capa do livro, que super se encaixa. É tão misteriosa quanto a leitura e realmente muito bonita.

Logo mais comentarei sobre Sonhos aqui com vocês…. enquanto isso, alguém aí já leu Insônia? Comenta aqui comigo!

Até  a próxima.

*.*

Comentários

Comentários

19 Comments

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    Diego França 9 de fevereiro de 2016 (14:39)

    Oi Mah!
    Eu li sua postagem sobre a autora e vi quando você estava lendo. Mas ru realmente não me sinto tentando a ler insônia, a história não se apresenta atrativa pra mim.

    Bjão
    Diego, Blog Vida & Letras
    http://www.blogvidaeletras.blogspot.com

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      Marina Herrador 10 de março de 2016 (16:08)

      Eu super te entendo, Di. É como digo, todo leitor tem seu livro certo. E ainda bem que na vida todo mundo tem gostos diferentes, não é mesmo!? Mas fica aí a dica, caso um dia queira se aventurar…
      Bjs*.*

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    Jhonatan Veloso 9 de fevereiro de 2016 (19:09)

    Oie!

    Nunca li nada da Mari, mesmo ela sendo super bem falada por um bocado de blogueiros e leitores, mas as obras dela não me chamam atenção 😐 Fico feliz que tenha gostado dessa obra e confesso que adorei a capa, mas não tô muito a fim de ler histórias nesse estilo :/

    Abs!

    http://tonylucasblog.blogspot.com.br/

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      Marina Herrador 10 de março de 2016 (16:09)

      Oi Jhonatan! Realmente, cada leitor tem seu estilo. Mas a Mari tem um bocado de livros bons e em outros estilos, quem sabe algum dos outros títulos não te chama atenção? Realmente, essa capa é linda…adoro também!
      Bjs*.*

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    Alice 10 de fevereiro de 2016 (05:37)

    Gostei bastante do enredo, embora não seja muito fã deste tipo de literatura fantástica.
    Vou ficar de olho na tua resenha do próximo livro, quem sabe me animo a tentar este tipo de leitura, né!?
    Beijinhos,
    Alice
    http://www.wonderbooksdaalice.com

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      Marina Herrador 10 de março de 2016 (16:10)

      Alice eu também não sou 100% literatura fantástica, mas gosto de variar estilos. Realmente quero saber onde essa história vai dar e em breve lerei Sonhos…. aí te digo!
      Bjs*.*

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    Mari 10 de fevereiro de 2016 (17:32)

    Menina, deixa eu colocar um adendo aqui sobre duas coisas:
    Primeiro: a Suzanna foi criada bem protegida do mundo, consequentemente, um saco de inocência kkkkk. Ela também me cansa as vezes, não é mais um segredo isso kkkk.
    Segundo: Ela chama os avós pelo nome apenas na narração, nunca em diálogos. Eu mesma não conseguiria pela educação que tive. Na narração eu posso usar esse artifício para evitar repetição excessiva de palavras (eu não suporto me repetir). É bom saber que pareceu ruim pra quem lê, porque ai eu releio com outros olhos! Obrigada por esse parecer, foi a primeira vez que comentaram e adorei, porque mostra que você prestou atenção.
    Adorei a resenha, os pontos negativos, tudo!
    Espero que adore Sonhos e, por favor, aguenta mais um tiquinho que a Suzanna vai amadurecer, a força mais vai. Aaaaahhh sim, os meninos em com tudo em Sonhos.

    Beijo, Mari

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      Marina Herrador 10 de março de 2016 (16:12)

      Sério, Mari, que nunca ninguém havia comentado contigo sobre essa questão do tratamento dos avós? Nossa!
      Sonhos, sonhos, sonhos…. vamos ver se a Suzanna me conquista agora, vai! rs
      Bjs*.*

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        Mari 2 de janeiro de 2017 (20:39)

        Menina, só vi agora, perdão: e sim, sério. Esses dias uma blogueira me alertou sobre isso no livro “A noiva devota”. Corrigi tudo. Na hora me lembrei de você haha. É bom aprendermos sempre! Obrigada

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    Mari 10 de fevereiro de 2016 (17:34)

    Vem*

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    Tamires 11 de fevereiro de 2016 (00:24)

    #teamArthur sem dúvida! hahahahaha

    Nossa opinião foi bem parecida, Mah. Nós temos uma sintonia muito boa quando o assunto são livros! hahahaha
    A Suzanna também me irritou várias vezes, mas acho que em Sonhos ela vai vir menos mimizenta, né? Aguardemos!!!

    Beijo
    – Tamires
    http://www.meuepilogo.com

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      Marina Herrador 10 de março de 2016 (16:13)

      Aguardemos por Suzanna nos próximos volumes! rs
      Realmente, Tami, somos bem parecidas nas percepções dos livros… mas agora quebramos nossa sintonia de leitura. Precisamos retomar!!!
      Bjs*.*

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    Ana Luiza 11 de fevereiro de 2016 (15:54)

    Oi Mah!
    Eu ainda não conhecia a obra, confesso que me lembrou
    um pouco Fallen sabe? A narrativa parece ser interessante,
    mas ainda não sei se eu leria.
    Adorei a sua resenha, principalmente porque você foi bem sincera
    quanto aos pontos negativos, e eu gosto de resenhas que realmente
    demostrem o que o leitor sentiu com a leitura! Parabéns!

    Um beijo!
    Ana | Blog Entre Páginas
    http://www.entrepaginas.com.br

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      Marina Herrador 10 de março de 2016 (16:15)

      Oi Ana. Eu não li ainda nada da série Fallen, mas acho que os livros acabam sim tendo nuances uns dos outros. Não sei se pode ter sido isnpiração da autora ou não, mas mesmo que a gente não perceba tudo acaba nos influenciando.
      Sim… esse cantinho é assim. Nada no mundo é 100% bom ou 100% ruim. Tudo tem seus dois lados.
      Bjs*.*

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    Nathália Araújo 11 de fevereiro de 2016 (17:13)

    Olá, Mah!
    Estou lendo este livro e a leitura está um pouco lenta no início. Espero que a estória melhore mesmo em diante. Odeio mimimi e espero que a Suzanna melhore nos próximos livros haha
    Beijos, Garota Vermelha

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      Marina Herrador 10 de março de 2016 (16:16)

      Concluiu a leitura, Nath? E aí, o que achou?
      Acabou odiando mais a Suzanna ou aceitou, porque dói menos! rs
      Bjs*.*

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    Bianca 13 de fevereiro de 2016 (19:25)

    Oi, tudo bem?
    Já ouvi alguns comentários a respeito desse livro e infelizmente não tenho curiosidade em lê-lo. Já que esse gênero de fantasia/ficção não faz muito minha cabeça.
    Ah, também não gosto quando os personagens se apaixonam rápido demais.
    Beijos.

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      Marina Herrador 10 de março de 2016 (16:29)

      Esse problema da paixão repentina é algo que me incomoda cada vez mais nos livros, em geral. Ainda quando são YA eu dou uma ignorada, porque quando a gente é novinho isso rola mesmo, mas em NA ou outros gêneros eu não curto muito não…
      Bjs*.*

  • Sonhos, de Mari Scotti – O que disse, Alice? 18 de outubro de 2016 (10:17)

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