Encontro de Distopias

Oi gente!
Quem acompanha o ‘O que disse, Alice?’ nas redes sociais – Facebook, Twitter e Instagram – sabe que nesse final de semana estive presente no Encontro de Distopias, promovido pela Editora Rocco, que aconteceu na Livraria Leitura de São Bernardo do Campo. 
Bom, vou contar um pouquinho pra vocês do que rolou lá, de como foi. 

O encontro teve algumas etapas, vamos chamar assim. Logo no início, o pessoal do marketing da editora – já falo deles, porque merecem – falaram um pouquinho de alguns livros, que pelo que apresentaram da história e tudo mais, podem sim agradar aos fãs de distopias. 

O primeiro foi A menina que tinha dons (M.R. Carey). Esse foi um livro que me interessou bastante, mesmo. A premissa me pareceu bem legal, interessante, e confesso que nunca li nada com zumbis ou coisas do tipo, porque nunca nada me interessou. Juro pra vocês que não tenho preconceito com os zumbis, mas nunca tive queda por eles. Esse livro foi o primeiro lançado pelo Fábrica 231, o selo de entretenimento da Rocco, razoavelmente novo, ‘inaugurado’ em meados de 2014. 

O autor desse livro já é bem conhecido no mundo das HQ’s, sendo autor de histórias como X-Men e Quarteto Fantástico, por exemplo. 
Dêem uma olhadinha na sinopse e vejam que interessante:
“Décadas atrás, um “apocalipse zumbi” dizimou quase toda população do planeta. Uma versão mutante do fungo Ophiocordyceps unilateralis — que na vida real infecta formigas amazônicas, passando assustadoramente não só a alimentar-se delas como também a controlar seu sistema nervoso com fins de perpetuação da espécie — encontrou no homem, o suposto topo da árvore evolutiva, seu melhor hospedeiro. Privados de suas faculdades mentais, os “famintos”, como são designados aqueles que foram contaminados pelo parasita, visam apenas comer a carne dos seres humanos então saudáveis. São marionetes putrefatas comandadas por um parasita oportunista e mais inteligente do que se pode imaginar — os zumbis, afinal, são um meio, e não um fim.

Aos poucos remanescentes, resta (sobre)viver em áreas protegidas, como em Beacon, na Inglaterra, ou fora delas, livres mas por sua conta e risco, como os “lixeiros”. E assim permaneceria esse status quo de fuga e medo se incursões militares em territórios infestados de mortos-vivos, em busca de antigos equipamentos de tecnologias deixados nas casas e locais de trabalho, não se deparassem com o improvável: crianças infectadas pelo Ophiocordyceps, porém, de aparência normal, que podiam pensar, falar, aprender, socializar e não somente correr e comer como os famintos!

Infectada por um parasita, a carente e sonhadora Melanie seria vilã ou vítima? Inescrupulosa e sem sentimentos, dissecando crianças para salvar a raça humana, a cientista Caldwell seria vítima ou vilã? Com muita habilidade, Carey criou uma jovem e carismática protagonista que faz com que o leitor torça e se apaixone pela zumbi! Mesmo porque o verdadeiro inimigo não é o morto-vivo ou o astuto fungo que o governa, mas a evolução: uma espécie dominante (o homem) sendo sobreposta por outra (os famintos). Relativizando o impulso inato de um animal para se proteger da extinção, Carey provoca uma reflexão sobre ética, moral e os limites da ciência.”
E depois desse horripiliante thriller, com um quê de distopia, conhecemos também um pouco mais sobre Alif, o Invisível (G. Willow Wilson). Esse já não me interessou tanto, mas meu namorado que estava me acompanhando no evento ficou encantado – nós não temos um gosto muito parecido para leitura, e isso é bem divertido!
Esse é um livro que mistura um pouco da opressão de um governo islâmico, com hackers, realidade e o sobrenatural. Bom, acho que é isso. Eu acho que já li resenhas, mas sobre comentários superficiais já vi bastante por aí e todo mundo diz gostar muito do livro. É que realmente não será minha prioridade… mas se o namorado colocar na estante dele, a gente pode sempre pegar emprestado, né? 
E a sinopse pra vocês:
Alif vive num mundo velado. O rosto das mulheres é coberto por um véu. Suas ações como hacker, um segredo. Seu relacionamento com Intisar só permite encontros escondidos na calada da noite. Mesmo seu nome não passa de um apelido. Num contexto em que nada é o que parece, o jovem acaba envolvido em uma trama que envolve vigilância eletrônica e misticismo. 
Morador da “Cidade”, localizada perto do Golfo Pérsico, Alif escapou por pouco do aparelho repressivo que prendeu e torturou blogueiros e dissidentes da Revolução egípcia. Sua sorte é posta em questão, no entanto, depois que o relacionamento com Intisar acaba, pois a jovem nobre é obrigada a se casar com um marido escolhido pelo pai. Alif utiliza, então, seus conhecimentos em informática para criar um programa capaz de identificá-la só pelo padrão de digitação, na esperança de impedir de ser encontrado online por Intisar.

A criação, porém, excede suas próprias expectativas e atrai a atenção do mais poderoso censor do governo, conhecido como “A Mão de Deus”, interessado em criar o aparelho de vigilância estatal mais sofisticado do mundo. Para complicar a situação, Alif toma posse de um misterioso livro: Alf Yeom: Os mil e um dias, relíquia que contém o segredo para desenvolver um novo nível de tecnologia da informação. 
Em comum, o programa desenvolvido por Alif e o livro borram as fronteiras entre dois mundos – o visível e o invisível, a realidade e a ficção. Para impedir que o Alf Yeom caia em mãos erradas e para salvar a própria vida, Alif conta com a ajuda de uma vizinha apaixonada, um djin e uma americana convertida ao Islã.”


E aí, chegamos na parte principal do encontro: vamos falar de distopias!!! 
Nessa parte tivemos Jogos Vorazes x Legend x Divergente.
Foto: Instagram @EditoraRocco
Quem me acompanha sabe o quanto sou apaixonada por Jogos Vorazes, então nem preciso dizer que pra mim essa batalha já estaria ganha. Mas eu estaria sendo muito injusta… Digo isso porque, não posso dizer muito das outras trilogias, pois tive pouquíssimo contato. Mas valeu o bate-papo. Foi muito legal. Tivemos a oportunidade de conversar sobre as obras, as adaptações delas pro cinema e tudo mais. Acho que foi bem válido. 
E digo que, se eu já queria ler Legend – sim, ele está me esperando aqui na estante, só que prometi pra mim mesma que vou terminar uma série/trilogia antes de começar outra (se já estiver com todos os livros lançados – então vou demorar um pouquinho pra ler ainda. 
Aí vem aquela parte final, que eu sempre espero, mas nunca com muita ansiedade… os sorteios! Eu nunca ganho nada, gente! Mas dessa vez…. ah! Dessa vez, foi diferente! Uhuuuuuu! (Grito muito animado)… E saí de lá com uma linda ecobag e um livro. A pessoa está muito feliz, mesmo! Mas não ganhei no sorteio, ganhei na gincana de perguntas e respostas, e tinha também mímicas. Foi bem interativo. Divertido mesmo! Ganhei posters no sorteio e o namorado saiu com um livro também. Olha só que dia de sorte!
Ah, claro que tenho marcadores e bottons pra sortear pra vocês depois, ok? Em breve… 
Ufa! Falei muito! Acompanharam até aqui?  Espero que sim! 
O evento foi bem organizadinho. Não tinha muita gente, o que foi bom, pois o espaço não acomodaria muito bem se tivesse uma galera enorme. Acho que foi tudo na medida certa. 
O pessoal da Editora Rocco, que organizou o evento está super de parabéns pela receptividade e simpatia, são mega atenciosos e atribuo a isso o evento ter sido tão gostoso! 
Espero encontrá-los mais vezes em outros eventos por aí… 
É isso, gente! 
Espero que tenham gostado… e se você nunca participou de um evento literário, participe, porque sempre tem coisa boa, e a gente sempre conhece gente legal! 
Eu tento ir em todos, mas nem sempre é possível, mas quando compareço tento aproveitar ao máximo. 
Até a próxima. 
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