Então eu li Shakespeare…

Oi gente!!!

Hoje vim com um post um pouquinho diferente. Na verdade, vou contar uma experiência de leitura a vocês.

Pois é, então eu li meu primeiro Shakespeare…


Se vocês já viram minha listinha de metas de leitura para esse ano de 2015, puderam perceber que tentei fazer uma listinha bem variada em estilos e misturando, inclusive,
 literatura contemporânea e literatura clássica. Partindo desse princípio incluí dois livros de William Shakespeare nessa listinha 12: Macbeth e Romeu e Julieta

Escolher dois livros, para conhecer um autor para mim é essencial, principalmente se eu não gostar muito do primeiro que li. Isso pode ter acontecido por diversos fatores, como por exemplo, não ter me identificado com a história, não ter rolado empatia com os personagens, e vários outros. E ler um segundo livro acaba sendo um tira-teima, pra mim, nesse processo de conhecimento. 
Confesso que não sei muito bem o motivo pelo qual nunca havia lido nada desse autor, mas então resolvi me forçar um pouquinho. Eu sei, eu sei! É um super clássico e é praticamente um crime eu confessar isso, mas é a mais pura verdade.
Então comecei com Macbeth. É uma das mais – ou a mais – curta tragédia de Shakespeare, e basicamente fala do assassinato de um rei e todas as consequências que isso envolve. São confrontos e lutas entre aqueles que querem e se acham por direito de tomar o trono. 
Em um resumo, bem sucinto, é isso.
Acredito que não irei fazer uma resenha desse título específico aqui no blog. 
Agora vamos à experiência de leitura dessa pessoa que vos fala. 
Logo que comecei a ler, publiquei em um dos grupos do Facebook – de amantes de livros – que participo, pedindo opniões. Claro que muita gente deu sua opinião e compartilhou suas experiências de leituras relacionadas ao tema. Uma coisa que li, e não sei ainda se concordo ou discordo – e provavelmente só terei essa opinião após a leitura de outra obra – foi relacionada a edição que escolhi. 
O livro que eu tinha em casa, que na verdade foi uma doação de biblioteca alheia – não costumo comprar livros em sebos, mas ganho muitos livros usados -, e ela era da Martin Claret. E recebi vários comentários sobre essa ‘escolha’, como: fuja das traduções e publicações da Martin Claret! Fiquei até com medo, afinal, estava ainda nas primeiras páginas, lendo sobre o contexto histórico da peça. 
Segui em frente, fui até o fim da leitura. E…. ai, gente! Não é meu perfil. Gosto de romances! – falando em estilo literário e não gênero.
Já havia lido peças na época do colégio, ou pré-vestibular – Farsa de Inês Pereira, o Auto da Barca do Inferno…- e já não tinha me identificado muito e continuo afirmando que não é muito meu estilo.
É bem provável que seja isso que tenha me distanciado tanto da obra. Não consigo  fluir no ritmo da leitura, não consigo ficar imersa no que estou lendo, acho tudo muito distante à mim. 
Sinceramente, eu digo que não gostei de Shakespeare, mas com certeza não por seu gênero ou conteúdo, porque com relação a isso nem ouso dizer nada, mas simplesmente por estilo. 
Ufa! Ficou grande esse meu desabafo/confissão/experiência, não? 
Vocês já leram algo de Shakespeare? 
Por favor, me contem! Às vezes me sinto um ET com algumas opiniões, principalmente com relação a clássicos. 
Quero muito – muito mesmo! – saber o que vocês acharam se leram. 
E se não leram, quero saber se

têm a intenção de ler um dia…

Sim, é um pesquisa pessoal. 
Até a próxima. 
*.*

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