Jogo Perigoso (Gerald’s Game)

Oi, gente!

Como vocês devem ter percebido, há alguns posts atrás a coluna Sessão Pipoca foi resgatada. Iniciamos com algumas séries e hoje quero começar essa conversa com vocês com algo digno de comemoração: assisti a um filme (de suspense!) adaptado de uma obra de Stephen King! Comemorem comigo, por favor, porque eu sou extremamente medrosa e nunca havia me arriscado a nenhum outro!!!

Jogo Perigoso é uma das novas produções do Netflix – e que fique bem claro que a pessoinha que vos fala recebe zero dinheiros para falar da plataforma aqui no bloguinho -, e que foi disponibilizada no catálogo no final do mês de setembro.

 

JOGO PERIGOSO

(Gerald’s Game)

Duração: 103 minutos

Gênero: Suspense; Terror / Classificação: 18 anos

Diretor: Mike Flanagan

Elenco: Clara Gugino, Bruce Greenwood, Henry Thomas

Sinopse:  Quando as brincadeiras sexuais do marido dão errado, Jessie, algemada a uma cama numa casa distante, encara visões alucinantes, segredos sombrios e uma escolha terrível.

 

Bom, a sinopse deixa um tanto quanto a desejar, mas de fato é direto e reto, porque se falasse mais, estragaria. Baseado na obra homônima de Stephen King, que teve sua primeira edição publicada em 1992, Jogo Perigoso nos traz a história de um casal, que para tentar dar uma revivida na relação vai passar um final de semana em uma casa de campo, isolada de tudo e de todos. Já que eles embarcaram nessa aventura com o intuito de reacender o amor, nada mais justo do que dar uma ousada e fazer uma brincadeirinha: Gerard algema os pulsos da esposa Jessie na cabeceira da cama. E quem é que iria adivinhar que ele iria sofrer um ataque cardíaco e deixa-la ali, sozinha, algemada e desprotegida?

O filme se passa basicamente diante desta situação, neste quarto, nesse desespero. Segurar um tempão de filme basicamente em um único ambiente, lidando com reações e sentimentos dos personagens e não ser extremamente cansativo é algo que tenho que aplaudir, tanto ao diretor, quanto ao roteirista e principalmente à interpretação de Clara Gugino.

Do ponto de vista cinematográfico, é certo. Nada de exemplar, ousado ou inovador. Diria que é um filme bem redondo, bem trabalhado, mas que não tem nada de marcante ou que chame atenção, a não ser a direção que acredito que tenha trabalhado muito bem, principalmente na questão de nuances para não deixar o filme cansativo.

NINGUÉM ESTÁ PRONTO PARA ESTE JOGO.

ATÉ ONDE VOCÊ CONSEGUIRIA JOGAR?

Olha, é um filme muito difícil de comentar, pois qualquer coisinha poderá ser um spoiller e não quero mesmo estragar a experiência de vocês, porque de verdade, o filme é um thriller psicológico incrível. Confesso que não posso fazer o comparativo com o livro, por motivos óbvios – não li! -, mas posso afirmar com propriedade que você se angustia junto com Jessie, você se desespera com ela, sofre junto, e talvez seja isso o que me prendeu no filme até quase o fim, em que me decepcionei, porém o que mais aconteceu é que eu fiquei o tempo todo me colocando no lugar dessa mulher. O que eu faria? O que você faria?

Até a próxima.

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Comentários

Comentários

2 Comments

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    Tami 25 de outubro de 2017 (17:05)

    Oi, Mah

    E o medo de fazer umas brincadeirinhas de algemas com o boy depois de assistir isso? hahahhahahaha
    Não li essa obra do Stephen, aliás, ô homem com livro/conto escrito!
    Vou ver se dou uma conferida depois!
    Que pena que no final você se decepcionou…

    Beijos
    – Tami
    http://www.meuepilogo.com

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      Marina Herrador 31 de outubro de 2017 (13:54)

      Ai Tami, por isso que gosto de você. Pensei exatamente na mesma coisa, viu? E tenho certeza que ler Dias Perfeitos na sequência fez eu ter mais certeza de que algema é uma coisa que quero longe… rs
      SK é uma máquina. Não sei como ele consegue!
      Bjs