Praia da paz

Éramos só nós: o nada e eu, tudo ali, sozinhos naquela imensidão.
E pensar que aquele grande mar azul é formado de pequenas gotas d’água, transparentes, que se juntam e formam um infinito, limpo e belo.
Azul de águas calmas, cristalinas e límpidas.
Não sei aonde começa, nem onde termina.
A paz começa ali, bem ali, onde não se sabe muito bem aonde as coisas começam, nem onde terminam.
A calmaria tem uma breve pausa. Ao ouvir o barulho das ondas, belas e fortes. Lindas e cruéis. Lindas porque quebram aquele marasmo do mar azul, cruéis porque apagam o que na areia escrevi.
Ah, a areia… pequenos grãos, que lado a lado com as pequenas gotículas d’água completam e fazem parte daquela imensidão.
Sozinho, um grão de areia não é nada, mas juntos, os trilhões deles são parte daquilo, daquela praia, daquele mundinho, daquela paz, daquela bela e infinita praia.
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Espero que tenham gostado.
Até a próxima.
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